
PVR-TIPS para trombose crônica da veia porta sem cirrose
A trombose crônica da veia porta e a hipertensão portal sintomática podem causar complicações graves mesmo em pacientes que não têm cirrose, como sangramento por

A trombose crônica da veia porta e a hipertensão portal sintomática podem causar complicações graves mesmo em pacientes que não têm cirrose, como sangramento por

Ablação para pacientes com tumores no fígado — sejam primários (como carcinoma hepatocelular) ou metástases (por exemplo, de câncer colorretal) — existem opções menos invasivas

Receber o diagnóstico de um tumor no fígado é um momento delicado, que exige decisões multidisciplinares e um plano terapêutico bem estruturado. A radiologia intervencionista tem ganhado cada vez mais espaço junto à oncologia e à hepatologia/gastroenterologia, por trazer alternativas minimamente invasivas que podem complementar e, em alguns casos, viabilizar outros tratamentos oncológicos.
Mas afinal, o que muda quando essas técnicas entram no plano de cuidado?

O tratamento dos tumores no fígado evoluiu de forma significativa na última década. Hoje, além da cirurgia e do transplante hepático, a radiologia intervencionista ocupa um papel cada vez mais estratégico no cuidado desses pacientes.
Técnicas como embolização e ablação ajudam a controlar a doença, preparar o paciente para procedimentos curativos e, em muitos casos, ampliar o acesso ao transplante para quem, a princípio, não preenchia os critérios. Neste artigo, você vai entender como essas abordagens se integram ao plano de tratamento dos tumores hepáticos.

A hipertensão portal ocorre quando há aumento da pressão no sistema venoso portal, responsável por levar o sangue do intestino e do baço até o fígado. Esse aumento de pressão pode levar a complicações potencialmente graves, como varizes esofagogástricas com risco de sangramento, acúmulo de líquido no abdome (ascite), esplenomegalia e disfunção hepática progressiva.

A trombose crônica da veia porta é uma condição grave, marcada pela obstrução persistente dessa importante veia, responsável por conduzir o sangue do intestino ao fígado.
Em muitos casos, essa obstrução leva ao desenvolvimento de hipertensão portal sintomática, quadro que pode causar varizes, ascite (acúmulo de líquido no abdome), dor abdominal e risco de sangramento gastrointestinal.

O Carcinoma Hepatocelular é o tipo mais comum de câncer de fígado, frequentemente associado à cirrose hepática e hepatite. Para muitos pacientes, o tratamento pode ser desafiador, especialmente quando os tumores são grandes, múltiplos ou localizados em áreas difíceis de alcançar.
Contudo, há opções por meio da radiologia intervencionista, como é o caso da combinação das técnicas de radioembolização com a ablação, que surge como uma esperança promissora no controle desta doença.
Vamos entender melhor no decorrer deste artigo.

A medicina moderna tem criado avanços extraordinários que salvam vidas e melhoram a qualidade de vida de milhões de pessoas ao redor do mundo. Um desses avanços são os stents, dispositivos pequenos, mas imprescindíveis na manutenção da saúde vascular e na prevenção de complicações graves.
Neste artigo, você descobrirá o que são os stents, como eles funcionam e em que situações eles são utilizados. Mostraremos também os cuidados necessários após a sua implantação.
Acompanhe a leitura para entender como os stents podem ser fundamentais para salvar vidas e proporcionar um futuro mais saudável.

A drenagem biliar percutânea é uma intervenção minimamente invasiva que tem sido posta como uma alternativa para pacientes com câncer, especialmente aqueles que sofrem de obstruções nos ductos biliares devido a tumores no pâncreas ou nas vias biliares.
Este procedimento tem o poder de melhorar a qualidade de vida dos pacientes da mesma forma que traz uma série de benefícios em comparação à cirurgia tradicional. Siga com a leitura e aprenda mais sobre a drenagem biliar percutânea.

A Síndrome de Budd-Chiari é uma condição rara, mas séria, caracterizada pela obstrução das veias hepáticas, que são responsáveis por drenar o sangue do fígado para a veia cava inferior.
Essa obstrução pode levar a um acúmulo de sangue no fígado, causando inchaço, dor abdominal e outras complicações graves.
Compreender os sintomas e as opções de tratamento é essencial para lidar com essa condição. Por isso, a leitura deste texto pode ajudar e muito a compreender essa síndrome.