Adenomiose, endometriose e miomas uterinos: entenda as diferenças

Cólicas intensas, fluxo menstrual aumentado, dor pélvica e desconforto durante as relações sexuais são sintomas que muitas mulheres enfrentam por anos antes de receber um diagnóstico. Como esses sinais podem estar presentes em diferentes doenças ginecológicas, é comum haver confusão entre adenomiose, endometriose e miomas uterinos.
Tratamento de artrose: principais alternativas e a evolução com a embolização

Com o avanço da medicina, pacientes com artrose, uma das doenças articulares mais comuns, passaram a contar com soluções que vão além dos medicamentos e cirurgias tradicionais. Uma dessas inovações é a embolização, técnica que tem ganhado espaço por sua eficácia e recuperação rápida.
Quimioembolização e Radioembolização hepática: como tratar tumores no fígado com precisão e menos efeitos colaterais

O câncer hepático, especialmente o hepatocarcinoma, traz um desafio importante no tratamento oncológico. Felizmente, avanços na medicina intervencionista trouxeram técnicas minimamente invasivas que permitem atacar os tumores no fígado com alta precisão e menor impacto para o paciente. Entre essas opções, temos a quimioembolização e a radioembolização hepática, tratamentos que vêm ganhando adeptos na medicina.
Artrose. Entenda a causa e quais são os sintomas.

A artrose é uma das doenças articulares mais comuns no mundo e afeta milhões de pessoas, especialmente acima dos 50 anos. Também chamada de osteoartrite, essa condição provoca o desgaste progressivo das cartilagens que revestem as articulações, levando a dor, limitação de movimento e, em muitos casos, perda de qualidade de vida. Entender o que […]
Embolização da próstata e sua trajetória.

A medicina brasileira tem contribuído para o desenvolvimento de tratamentos inovadores reconhecidos internacionalmente. Um dos exemplos mais importantes é a Embolização das Artérias da Próstata, técnica pioneiramente desenvolvida e publicada pelo Prof. Dr. Francisco Cesar Carnevale, chefe do serviço de Radiologia Intervencionista, do InRad do Hospital das Clínicas-FMUSP.
PVR-TIPS para trombose crônica da veia porta sem cirrose

A trombose crônica da veia porta e a hipertensão portal sintomática podem causar complicações graves mesmo em pacientes que não têm cirrose, como sangramento por varizes, dor abdominal e ascite. Nesses casos complexos, a recanalização da veia porta com criação de um shunt portossistêmico intra-hepático, conhecida como PVR-TIPS, é uma alternativa para restaurar o fluxo […]
Quando realizar apenas ablaçāo ou quimioembolizaçāo combinada com ablação

Ablação para pacientes com tumores no fígado — sejam primários (como carcinoma hepatocelular) ou metástases (por exemplo, de câncer colorretal) — existem opções menos invasivas que a cirurgia. Duas delas são a ablação percutânea técnica minimamente invasiva que promove destruição controlada do tumor por energia térmica (radiofrequência ou micro-ondas) ou congelamento (crioablação) e a quimioembolização […]
Embolização portal e deprivação venosa hepática: técnicas que preparam o fígado para grandes cirurgias

Quando um paciente precisa de uma cirurgia extensa no fígado, uma das maiores preocupações da equipe médica não é apenas retirar o tumor ou a área doente. Também é essencial garantir que a parte do fígado que vai permanecer no corpo tenha volume e função suficientes para manter o organismo funcionando bem depois da operação.
Cirurgia tradicional aberta x Radiologia intervencionista: entendendo as diferenças entre duas abordagens

A medicina moderna evoluiu significativamente nas últimas décadas. Procedimentos que antes exigiam grandes incisões e longos períodos de recuperação hoje podem, em muitos casos, ser realizados através de pequenas punções guiadas por imagem.
Tumor no fígado. Diagnóstico e a Radiologia Intervencionista

Receber o diagnóstico de um tumor no fígado é um momento delicado, que exige decisões multidisciplinares e um plano terapêutico bem estruturado. A radiologia intervencionista tem ganhado cada vez mais espaço junto à oncologia e à hepatologia/gastroenterologia, por trazer alternativas minimamente invasivas que podem complementar e, em alguns casos, viabilizar outros tratamentos oncológicos.
Mas afinal, o que muda quando essas técnicas entram no plano de cuidado?